Sorte, acrílica sobra tela, 2013.
Sem título, acrílica s/ tela, 60 x 100 cm, 2013.
[R.A.T.] Residencias Artísticas por Intercambio - México DF
Na França conheci a Amitla, minha querida amiga mexicana. Com o grupo Heptagone, que lá formamos, planejamos realizar uma série de exposições. Apenas os trabalhos iriam. Mas para o México eu tinha que ir, essa viagem eu já havia estabelecido como certa. Amitla me apresentou o programa R.A.T. e a possibilidade de realizar uma residência artística na Cidade do México, o que me possibilitaria ficar mais tempo e desenvolver um trabalho artístico. Os quartos oficiais da residência estavam em reformas, assim eu fiquei alojada na casa de uma das coordenadoras do programa, Dana, antropóloga. O outro idealizador da proposta é Sergío, arquiteto, extremamente engajado na causa. A casa de Dana era bastante longe da sede do R.A.T., o que me obrigava a caminhar um tanto e usar o metrô diariamente para fazer esse deslocamento. O aparelho fotográfico estava sempre pendurado no meu pescoço. Sou do interior e quase sempre me esqueço que lugares como São Paulo e Cidade do México não são minha pequena Montenegro. Mas que prazer é andar para se perder numa cidade desconhecida... Na Cidade do México aconteceu algo importante, pois até então eu pintava o cotidiano doméstico, meu olhar direcionou-se para a rua. A Cidade do México reúne uma infinidade de museus. Eu amo visitar museus. Mas o tempo que não estava no atelier, passava geralmente andando pelas ruas. Pegava o metrô e ia pra qualquer lugar observar e sentir. Saí do eu e fui para o outro. Os outros. NósOtros.
7 Relatos . H e p t a g o n e
Heptagone es un grupo de artistas que se conocen en el Centre d'Art - Marnay-Art-Centre (Camac), lugar situado a una hora de París, en la región de Champagne-Ardenne, Francia. Luego de convivir durante el mes de agosto del 2011, toman la decisión de formar un grupo; partiendo de sus lugares tan distintos y utilizando herramientas diversas, logran conformar un proyecto que confronta tanto a los medios como a las diferentes perspectivas que tiene cada artista.
Este colectivo internacional se integra por una escritora y seis artistas visuales: Sara Al Nuami (Emiratos Árabes Unidos); Michele Martines (Brasil); Emma Rochester (Australia); Natalie Ross (Estados Unidos); Melita Greenleaf (Estados Unidos); Amitla Cuacuas (México) y Seungjae Shin (Corea del Sur).
Heptagone destaca como uno de sus objetivos principales el exponer en el país de cada integrante, manteniendo un tema diferente en cada muestra artística. Este recorrido permitirá descubrir un poco de cada lugar y nutrirá al grupo en sus distintos viajes. De esta manera, el espectador podrá descubrir no solo una diversidad de culturas sino de medios, pasando por el dibujo, pintura, escultura, video, instalación y las letras.
Presisamente la diversidad es el eje central del grupo, teniendo como propuesta la elección de un tema en conjunto y trabajando preguntas relacionadas a la cultura contemporánea, al ofrecer sus diferentes visiones y experiencias.
Se tiene previsto que el proyecto concluya en el mismo sitio donde empezó. Así, la última exposición que tendría Heptagone será en el lugar donde se dio el primer encuentro (Francia). En total se planean siete exposiciones, en siete países, dando una vuelta al mundo de sus integrantes y sus diferentes culturas, cargados de nuevas experiencias.
De acuerdo con Stefanie Hamaekers, coordinadore de exposiciones de la UAEM, se trata de una muestra vanguardista, que contiene una mezcla muy diversa pero al mismo tiempo armónica de arte minimalista, figurativo y abstracto, con técnicas tan distintas como la pintura, collage, dibujo, acrílico e impresiones digitales", señala.
La muestra 7 Relatos del colectivo internacional Heptagone se inaugura hoy por la tarde, a partir de las 17 horas, en la galería V. M. Contreras de la Torre de Rectoría, ubicada en el Campus Norte de la UAEM. La exposición permanecerá abierta hasta el próximo 31 de mayo y la entrada es libre.
Texto publicado em La Jornada Morelos - miércoles 8 de mayo de 2013.
Cuernavaca, estado de Morelos, México.
Rito de Passagem, acrílica s/ tela, 100 x 145 cm, 2012.
As duas imagens propõem ao olhar um exercício de reconstituição cognitiva dos ambientes narrados. Diferentes pontos de vista da mesma cena evocam a ideia de instante e, por isso, o referencial fotográfico, dado que o "instante" é fotográfico. O instante contrapõe-se ao tempo de instauração da pintura, fortalecendo o caráter ficcional da obra. (Catálogo II Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea)
Exposição "Novas Aquisições" - Palácio do Itamaraty
II Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, 2012/13.
Reflejos y perspectivas
Reflejos y Perspectivas,10 de novembro a 4 de dezembro.
Sala Spilimbergo, Museo de Bellas Artes Timoteo Navarro,
San Miguel de Tucumán, Argentina.
Pinturas de jóvenes artistas brasileños y argentinos
Pinturas y más pinturas. Aquellos que creen que los jóvenes han abandonado este lenguaje artística se darán cuenta de que estaban equivocados cuando concurran esta noche a la exposición "Reflejos y Perspectivas en las Artes Plásticas". A partir de las 20.30, en el salón Spilimbergo del Museo Timoteo Navarro, se podrá ver esta muestra conjunta de artistas brasileños y argentinos. Se trata de Michele Martines y Milene Tonellotto (Brasil) y de Luis Augusto Salinas y Roberto Aguilera Vizcarra (Argentina).
La Gaceta - jueves 10 de noviembre de 2011.
Meus duplos daqui e de lá
acrílica s/ tela, 160 x 200 cm, 2011.
Centre d'Art Marnay Art Centre - CAMAC
Marnay-sur-Seine, França
Recantos de Ilusão
Sem título, acrílica s/ tela, 70 x 80 cm, 2011.
Sem título, acrílica s/ tela, 60 x 90 cm, 2011.
Sem título, acrílica s/ tela, 85 x 100 cm, 2011.
Sem título, 80 x 100 cm, 2011.
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Ambiências na Parede
Figura Picassiana subindo a escada, 2011-12.
Acrílica s/ tela, adesivo e madeira. Vistas frotal e lateral.
Observando minha figura, óleo s/ tela recortada e adesivo, 250 x 260 cm, 2010.
Como você tem olhos grandes, óleo s/ tela recortada e adesivo, 2009.
A artista Michele Martines nos apresenta um espaço construído com linhas
adesivadas e pinturas recortadas, sobretudo, por meio da ilusão. Na obra Como
Você Tem Olhos Grandes, deparamos com uma cena cotidiana protagonizada por
figuras cubistas em um ambiente representado de maneira realista. Nele surgem
linhas que mesclam pintura e desenho, tinta e adesivo, caracterizando uma obra
plena em ambiguidades, que partem do espaço representacional buscando
estender-se ao real.
Diário de Santa Maria - 02/10/2010
Michele Martines contrapõe o espaço fragmentado, com vários pontos de vista simultâneos, apresentado na representação de suas figuras, ao espaço da perspectiva renascentista de um só ponto de vista, modo pelo qual representa o cenário onde as figuras se encontram.
Outro aspecto importante concernente às concepções espaciais é a relação entre os espaços representados, tanto o cubista quanto o renascentista, e o espaço real, já que as dimensões totais de cada obra montada variam de acordo com o espaço onde é representada, interferindo diretamente no ambiente. Desse modo, os trabalhos dialogam também com as instalações, uma vez que nunca estão totalmente prontos como um quadro. Somente se completam quando "instalados" no ambiente da exposição.
O desenho linear realizado com adesivos pretos pode ser aumentado ou diminuído conforme o tamanho das paredes em que o trabalho é montado. Quanto maior a parede, maior será o trabalho e vice-versa. O limite é o espaço físico onde é exposto. Assim, nunca um mesmo trabalho será igual quando montado em ambientes diferentes. Além da questão das dimensões, poderá mostrar em maior ou menor quantidade os elementos representados, reduzindo ou ampliando o campo de visão do espectador.
Como podemos observar, a pintura sobre tela recortada é o núcleo compositivo, enquanto o desenho com as linhas adesivas é que permite as retrações ou expansões do campo visual. É ele, portanto, que possibilita as adaptações ao ambiente, fazendo com que o trabalho tenha também seu caráter de instalação.
* Marco de Araújo, Doutor em Artes Visuais pela Universidade Complutense de Madri. Texto publicado no convite da exposição Ambiências na Parede, realizada em 2010 na FUNDARTE, em Montenegro/RS.
Fantasias do Cotidiano (2005-8)
Acordada Cansa, óleo s/ tela, 140 x 230 cm, 2007.
Meu duplo assistindo TV, óleo s/ tela, 140 x 230 cm, 2005.
Lar doce lar, óleo s/ eucatex, 70 x 80 cm, 2006.
Eu observando minha pintura, óleo s/ tela, 100 x150cm, 2005.
Meu duplo indo pro banho, óleo s/ tela, 80 x 100 cm, 2006.
A série Fantasias do Cotidiano contrapõe figuras femininas apropriadas do universo das obras pictóricas da história da arte e dos clássicos contos de fadas, inseridas em imagens de espaços interiores que habitei. As figuras femininas aparecem simulando atividades cotidianas em meus espaços íntimos.
Série (RE)Vendo-nos (2003-4)
I wanna be sedated, acrílica s/ tela, 80 x 100 cm, 2003.
Tem que entrar no estilo, acrílica s/ tela, 80 x 160 cm, 2003.
Lanche Feliz, óleo s/ tela, 80 x 100 cm, 2004.
Série de pinturas realizada durante o curso de graduação em Artes Visuais - UERGS. Consiste em ampliações de imagens de cunho social, nas quais foram agregadas frases que podem ter sido slogan de um produto comercial, nome de música, manchete de jornal.
Espaço Cultural Coletivo Arteir@s 2005.
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